domingo, 10 de abril de 2016
Te olhando meu coração aperta de saudade. Eu sei que você nem foi, mas eu já ando em desatino sem sua presença. Eu desatino com você. Ontem à noite fiquei te observando sobre as estrelas, que pareciam estar tão perto. Não estavam. As estrelas desabavam enquanto conversávamos sobre qualquer coisa que não fizesse sentido, chorando de rir e esvaindo de paixão. Teus olhos, menino. Quem lê algo meu já sabe que eu gosto deles. Uma das coisas que eu mais gosto é acordar e ver você por perto. Não precisa ser do meu lado porque tá um calor do diabo, mas, só por perto. Perto o suficiente pra eu ver o teu sorrisinho de bom dia. Eu amo você desse jeito. Embrigado, drogado, sóbrio e chato. Eu te amo de todos os jeitos que existem e vou inventar outros jeitos. É demais, cê não tem ideia. Cê nem imagina quanto tempo eu perco me encontrando em você. Me serve a cerveja porque já sabe que eu quero beber e me traga o cigarro quando eu não quero te dar. Me dá beijo quando eu tô dando risada e me abraça quando fico emburrada. Eu te amo desse jeito louco, desse jeito suado, desse jeito perdido. Dessa coisa que é só nossa e de mais ninguém. Dessa bolha que a gente criou onde nada faz sentido, tudo é hilário. Tudo nosso é tesão, é paixão. É calor, é frio. Eu te amo desse jeito, do jeito que você é. Caído na sarjeta ou no meu colo. Eu durmo na rua com você. Eu durmo onde for com você. É você. De qualquer jeito é você que eu quero. Você nem foi ainda e eu já to despedaçada de amor. Você vai, mas você volta pra gente se apertar e continuar se amando desse jeito. Desse nosso jeito.
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