sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Diário de bordo

Estou presa. Presa no meu próprio lamaçal. Presa no meu próprio redemoinho. Nas minhas certezas (bem, eu achava que eram certezas). E agora estamos divididos, e a angústia no meu peito não se cala. Ela se eleva, e me sufoca, e vaza pelos meus olhos. Eu não sei o que fazer. Como agir. A tristeza alcançou meu corpo, e eu não faço mais nada além de me lastimar. Tão cansada, tão culpada. 

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