já pequena e com os olhos amendoados
tinha culpa gigante dentro do peito
assolando a minha inocência
tinha culpa gigante dentro do peito
assolando a minha inocência
grande que sou com os olhos lacrimejados
tenho essa culpa apodrecendo dentro de mim
essa culpa fétida, essa culpa nojenta
essa culpa por existir
essa culpa por sentir.
tenho essa culpa apodrecendo dentro de mim
essa culpa fétida, essa culpa nojenta
essa culpa por existir
essa culpa por sentir.
grande que sou com os olhos marejados
expurgo a culpa em poesias
e quando me deito com o sol no fim do dia
hei de ser culpada pela minha melodia
e todos os pensamentos pecaminosos
e toda a sujeira que existe dentro de mim
servirá de combustível quando me queimarem na fogueira
expurgo a culpa em poesias
e quando me deito com o sol no fim do dia
hei de ser culpada pela minha melodia
e todos os pensamentos pecaminosos
e toda a sujeira que existe dentro de mim
servirá de combustível quando me queimarem na fogueira
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