Que o doce que eu tomei não tenha oxidado minha sanidade
Dançando comigo na rua ao som da saudade
Dos teus beijos, teus abraços e tuas carícias
A madrugada fria e meu corpo quente
Rodopiando ao meu próprio som
Que eu fiz nessa noite, nessa madrugada de inverno
Fiz pra você saber que eu tô bem, que eu tô feliz
Que eu tô mais eu do que eu poderia estar
E que eu não preciso mais do teu peito pra me acalmar
Eu não preciso mais do teu sorriso pra ser meu lar
Quando eu já me tenho pra valsar
Não existe mais dança da solidão
Quando eu aprendi a me amar
terça-feira, 30 de junho de 2015
Doce
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário