quinta-feira, 11 de abril de 2013

E porque eu amo eu então choro
E por chorar melancolia de um amor sincero
Eu me encolho até virar pó

Amor que não me é respondido
E por vezes me deixa sozinha na calada da noite
E eu canto minha canção da saudade

E teu rosto, como num desenho, é perfeito em traços
E eu sinto a falta do teu sorriso dirigido a mim
Por mim

Por te amar tanto quanto posso, anseio pela tua mão
Que não aperta com a mesma intensidade a minha
E a deixa cair

Por te desejar tão bem e te querer tão próximo
Deixo de ser quem eu sou
Pra me tornar apenas alguém que ama

Pelo desprezo que tuas mãos aparentam ter das minhas
Eu choro
E as lágrimas do meu pranto me acolhem na calada da noite
Enquanto eu me encolho

Porque te amo muito e meu ser é pequeno demais

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